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The Blue Letter Bible
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Salmo 135:1-4 Explicação

No versículo inicial, o salmista exorta os leitores a louvarem o SENHOR! Louvai a Jeová! Louvai o nome de Jeová! Louvai-o, servos de Jeová (v. 1). Ao convocar os servos do SENHOR à adoração, o Salmo 135:1-4 destaca o ato de devoção alegre. Este versículo encoraja todos os que servem a Deus  sejam sacerdotes, levitas ou leigos, a elevarem suas vozes em reverência ao nome divino, reconhecendo que o nome de Deus significa Seu caráter e autoridade. No Novo Testamento, os crentes em Jesus também são chamados a oferecer louvor continuamente, visto como um ato espiritual de adoração (Hebreus 13:15).

Quando o salmista diz para louvar o nome do SENHOR, ele enfatiza que o louvor não é meramente um ritual, mas uma percepção intensamente íntima da majestade do Senhor. Na liturgia do Israel antigo, aclamar com júbilo ou entoar salmos constituía prática essencial para manifestar reconhecimento e afeto a Deus. Esse chamado pode servir como um lembrete para os crentes modernos de que a postura diante de Deus deve ser de reverência e submissão alegre.

A palavra servos implica que aqueles que adoram são dedicados aos mandamentos e à missão do SENHOR. Essa servidão ressoa por toda a Escritura, desde Moisés liderando Israel até a dedicação de Paulo em espalhar o evangelho na igreja primitiva. A verdadeira adoração deve brotar de um coração comprometido em servir a Deus e refletir o Seu caráter em todas as atividades da vida.

Em seguida, o texto se dirige àqueles que são vós que assistis na Casa de Jeová, nos átrios da Casa de nosso Deus (v. 2). Neste ponto, o salmista faz referência ao lugar sagrado, cujo centro era o templo em Jerusalém. Localizada na região sul do Levante, Jerusalém tornou-se o ponto focal da adoração de Israel depois que o Rei Davi a estabeleceu como sua capital por volta de 1000 a.C., e seu filho Salomão concluiu o templo por volta de 957 a.C. Estar na casa do Senhor implica uma postura de respeito e uma atitude de expectativa.

A expressão Casa de Jeová nos lembra que a adoração deveria ser sagrada e separada. Os pátios do templo eram áreas onde as pessoas se reuniam para oferecer sacrifícios e ofertas de agradecimento, unidas em sua devoção. Para os leitores contemporâneos, o princípio da congregação para adoração permanece, ainda que o espaço e a forma de culto variem. O propósito coletivo segue sendo glorificar a Deus tanto individual quanto comunitariamente.

Ao identificar os átrios da casa do nosso Deus, o salmista chama a atenção para o privilégio e a responsabilidade de estar na presença de Deus. Esse senso de identidade comunitária na adoração promove a unidade entre os crentes, um tema recorrente nas Escrituras, como quando os crentes se reúnem para servir e fortalecer uns aos outros com salmos, hinos e cânticos espirituais (Efésios 5:19).

O salmista renova então a ordem: Louvai a Jeová, porque Jeová é bom; cantai louvores ao seu nome, porque é agradável (v. 3). Ao afirmar que o Senhor é bom, o texto destaca a excelência moral e o caráter gracioso de Deus. Sua bondade é motivo suficiente para louvor, como Israel testemunhou por meio de atos de libertação, provisão e perdão ao longo de sua história.

Cantar louvores ao nome de Deus glorifica quem Ele é e o que Ele fez. Chamar Seu nome de agradável sugere um coração atraído pela beleza da santidade, da verdade e da compaixão de Deus. Isso ressoa com a literatura de adoração dos Salmos, que consistentemente retratam Deus como um refúgio e fonte de bênçãos. O Novo Testamento reflete um tom semelhante de admiração, enfatizando a beleza de seguir a Cristo, que personifica a plenitude da bondade de Deus (Colossenses 2:9).

À medida que o salmo se desenrola, revela que a nossa adoração não é arbitrária; pelo contrário, é uma resposta deliberada ao reconhecimento de que a natureza do SENHOR convida à reverência e ao temor. O aspecto musical, Cantai louvores, sublinha ainda mais que a adoração pode ser um ato emocional e criativo, envolvendo tanto o intelecto quanto o sentimento, unindo o corpo de crentes em adoração.

Por fim, o salmista lembra aos leitores que Pois Jeová escolheu para si a Jacó e a Israel, para o seu tesouro especial (v. 4). Jacó, que viveu aproximadamente de 2006 a.C. a 1859 a.C. e mais tarde foi renomeado Israel, foi o patriarca das doze tribos que formaram a nação. Esta passagem ressalta que a eleição de Jacó pelo Senhor partiu da iniciativa divina, estabelecendo uma aliança perpétua com sua posteridade.

A escolha proposital de Israel por Deus ressalta Seu plano amoroso de formar um povo através do qual Ele se revelaria ao mundo inteiro. Essa aliança separou Israel, conferindo-lhe um papel central na história da redenção. Dessa linhagem viria, em última instância, Jesus, por meio de quem todas as nações da terra seriam abençoadas (Mateus 1:1-16).

A noção de que Deus trata o Seu povo como sua própria propriedade demonstra um compromisso íntimo. Isso destaca o favor e o propósito divinos, revelando que essa escolha visava refletir a Sua retidão e justiça. Os crentes de hoje podem se ver como escolhidos em Cristo, enxertados na mesma herança espiritual, chamados a servir e a proclamar a bondade de Deus (1 Pedro 2:9).

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