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Salmo 68:1-4 Explicação

As palavras iniciais do Salmo 68:14 - Para o mestre de canto. Salmo de Davi. Cântico - chamam a atenção para seu uso pretendido no culto comunitário. Davi, o pastor que se tornou rei e governou Israel de cerca de 1010 a.C. a 970 a.C., compôs muitos salmos para louvor público. Esse título estabelece o tom para uma experiência coletiva de reverência e adoração a Deus, indicando que essas palavras foram feitas para serem cantadas e proclamadas entre o povo.

Nos tempos de Davi, o povo de Israel frequentemente elevava suas vozes em declarações unificadas do poder de Deus. Essa abertura enfatiza a importância de um culto estruturado, sugerindo uma abordagem ordenada para louvar a Deus. A liderança de Davi na música foi crucial para guiar os corações a reconhecerem a presença onipresente do Senhor. Por meio desse título, vemos que o culto não era um evento casual, mas uma prática intencional compartilhada por todos que buscavam honrar a Deus.

Ao refletirmos sobre este título, ele também nos oferece uma visão da vida de Davi, que encontrou uma alegria singular em compor e fornecer canções para que outros cantassem. Essa perspectiva nos lembra que a adoração deve ser um fator de união, reunindo o povo de Deus em torno do reconhecimento comum de Sua grandeza. Tal unidade na adoração pode fortalecer as comunidades de fé e reacender a devoção.

Com isso em vista, o salmista exclama: Levantar—se—á Deus, dispersos serão os seus inimigos; e os que o aborrecem fugirão da sua presença (v. 1), para ilustrar o poder e a vitória de Deus. A imagem de Deus “levantando—se” ecoa relatos da presença divina guiando o seu povo em tempos de dificuldade. Quando Deus toma a iniciativa, nenhum inimigo pode resistir a Ele, enfatizando que a oposição ao Senhor, em última análise, se dissolve.

A frase dispersos serão os seus inimigos ressalta a proteção que advém de colocar a própria vida sob o domínio de Deus. No antigo Israel, as ameaças das nações vizinhas e a instabilidade interna eram constantes. Contudo, a confiança do salmista na libertação divina serve como um poderoso testemunho. Embora os desafios se acumulem, a fé ensina que Deus está pronto para repelir a oposição quando o seu povo confia humildemente nele.

O verso final , os que o aborrecem fugirão da sua presença, retrata vividamente a autoridade inabalável de Deus. Aqueles que se opõem aos Seus caminhos não encontram estabilidade. Seus planos e antagonismos vacilam diante de um Deus onisciente e onipotente. Este versículo encoraja a confiança na justiça divina, reafirmando aos crentes que o mal não pode triunfar onde Deus reina vitorioso.

Dando continuidade a esse tema triunfante, Como a fumaça se dissipa, assim os dissiparás; como ao fogo se derrete a cera, assim à presença de Deus perecerão os iníquos (v. 2) destaca a fragilidade daqueles que se rebelam. A imagem da fumaça desaparecendo no ar e da cera derretendo sob o calor intenso nos lembra que todo o poder humano é transitório quando comparado à força eterna do Todo—Poderoso.

A preocupação com a justiça emerge aqui, quando o salmista clama para que os ímpios sejam expulsos. Nos dias de Davi, a liderança era repleta de ameaças, tanto externas quanto internas. Ao traçar paralelos com a fumaça e a cera, essas palavras enfatizam que nenhuma força corrupta perdura sob o santo escrutínio de Deus. Seu julgamento é rápido e eficaz, removendo os obstáculos que prejudicam Sua criação.

Em um sentido mais amplo, a metáfora da cera derretendo diante do fogo nos lembra, de forma impactante, que o pecado e a injustiça não podem permanecer na presença iluminadora de Deus. Seja em escala pessoal ou comunitária, a transgressão intencional não pode persistir quando revelada pela verdade divina. Isso destaca tanto a realidade impactante do poder de Deus quanto a Sua perfeição moral, que refina e molda aqueles que depositam sua confiança Nele.

A esperança brilha novamente quando o salmo afirma: Mas alegrar—se—ão os justos na presença de Deus; sim, se regozijarão de alegria (v. 3). Enquanto o mal perece, os fiéis encontram alegria abundante nas vitórias do Senhor. O chamado à alegria segue a certeza de que a justiça de Deus prevalece, oferecendo profunda paz aos retos que o buscam sinceramente.

O duplo convite à exultação e à alegria enfatiza a transbordante gratidão que os crentes experimentam ao testemunharem a libertação do Senhor. Em vez de viverem com medo ou desespero, os justos são encorajados a celebrar seu refúgio e esperança em Deus. Na época de Davi, os momentos de triunfo eram frequentemente selados com louvor ativo, unindo ainda mais a comunidade em ação de graças compartilhada.

A expressão alegrar—se—ão os justos na presença de Deus também indica que a adoração deve ser sincera, não restringida pela culpa ou pelo medo. Uma vida alinhada aos propósitos de Deus cultiva um profundo senso de bem—estar que transborda em alegre celebração. O encorajamento do salmista visa incutir confiança no caráter fiel de Deus, mesmo antes que a libertação se manifeste completamente.

Finalmente, encontramos a orientação para louvar: Cantai a Deus, cantai louvores ao seu nome; fazei uma estrada real para aquele que cavalga pelos desertos. JÁ é o seu nome; exultai diante dele (v. 4). Cantar, no antigo Israel, era tanto um ato de obediência quanto de devoção. Esse chamado para entoar um cântico lembra à comunidade que Deus é digno de toda adoração, especialmente como aquele que os guia com maestria pelas dificuldades da vida, simbolizadas pelos desertos.

A expressão aquele que cavalga pelos desertos alude ao poder soberano de Deus até mesmo sobre os ambientes mais inóspitos. Os desertos eram frequentemente associados à dificuldade e ao perigo. Ao fazer referência a isso, Davi proclama a capacidade de Deus de guiar e proteger o Seu povo em todas as estações. Não há lugar tão remoto ou situação tão árida que escape à atenção e à intervenção do Senhor.

Quando o salmista declara: JÁ é o seu nome; exultai diante dele, ele demonstra honra ao nome da aliança de Deus, denotando Sua natureza fiel e eterna. Essa exclamação serve como um lembrete do vínculo relacional entre Deus e Seu povo, prometendo que Seu amor inabalável perdura e que Ele é sempre digno de alegre exaltação.

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