
Em Jó 5:17-27, Elifaz discorre eloquentemente sobre outro princípio bíblico — que a disciplina de Deus é para o nosso bem — enquanto continua a apresentar uma premissa falha de que a calamidade de Jó deve ser certamente o julgamento de Deus sobre seus pecados. Esse discurso de Elifaz demonstra como podemos crer nas Escrituras e ainda assim aplicá-las erroneamente porque sustentamos perspectivas que não são verdadeiras. A premissa falha de Elifaz o leva a aplicar indevidamente coisas que são verdadeiras e, portanto, a falar erroneamente sobre Deus (Jó 42:7).
As Escrituras nos instruem de uma maneira que nos capacita a evitar esse erro. Elas nos dizem para renovarmos nossas mentes para alinhá-las com a perspectiva de Deus, em vez de permitir que continuem conformadas às perspectivas deste mundo (Romanos 12:2, 1 João 2:15-16).
Elifaz começa com uma bem-aventurança: Eis que feliz é o homem a quem Deus repreende (v. 17).
A palavra hebraica traduzida aqui como "feliz " geralmente é traduzida como "abençoado". Isso não se refere a uma emoção superficial, mas sim descreve um estado de bem-estar. Assim, é semelhante às bem-aventuranças do Sermão da Montanha (Mateus 5:3-12). Aqueles que são disciplinados por Deus e aprendem a seguir Seus caminhos se beneficiarão grandemente. Portanto, são abençoados porque suas vidas alcançarão uma melhoria espiritual substancial. E, independentemente de isso vir acompanhado ou não de progresso material, o tesouro espiritual é o único tipo de tesouro que podemos levar conosco.
O argumento de Elifaz é válido. As Escrituras ensinam abertamente que o SENHOR corrige aqueles a quem ama (Provérbios 3:11-12). O Novo Testamento repete esse provérbio em Hebreus 12:5-6. Além disso, Jesus afirma em Apocalipse 3:19 que castiga e corrige aqueles a quem ama. Sendo isso uma verdade bíblica tão arraigada, por que Deus diz que Elifaz não falou Dele como deveria, como Jó fez (Jó 42:7)?
O problema não é a crença de Elifaz de que Deus disciplina — Ele disciplina. O problema reside na sua premissa falsa de que todo sofrimento é resultado do julgamento de Deus por más ações. Além disso, ele também parte da premissa de que o julgamento de Deus é imediato. Elifaz está usando afirmações verdadeiras para reforçar uma premissa falsa. Isso demonstra a importância de analisar as entrelinhas do que as pessoas dizem para discernir a premissa subjacente. Afirmações verdadeiras podem ser usadas para sustentar uma premissa falha.
A história de Jó já mostrou ao leitor algo que Elifaz não vê: as provações de Jó não são resultado de um julgamento divino, como Elifaz insiste. Vimos que Jó não pecou nem em palavras nem em ações (Jó 1:22). Em vez disso, Deus está permitindo que um homem fiel desempenhe um papel fundamental em um conflito maior e invisível — onde as ações justas e a perseverança fiel de Jó silenciam a acusação de Satanás (Jó 1:9-11). Isso cumpre um grande propósito para o qual Deus criou os seres humanos (Salmo 8:2).
Então Elifaz está prestes a aplicar um princípio verdadeiro, o de que Deus disciplina aqueles a quem ama, a uma premissa falsa, a de que as ações humanas desencadeiam um julgamento imediato de Deus, como se Ele fosse uma máquina de venda automática. Elifaz agora lista uma série de afirmações para demonstrar a bênção que advém de aceitar a disciplina de Deus. Seu argumento para Jó é: “Se você se arrepender e se converter, essas bênçãos estarão disponíveis para você”.
Mas, mais uma vez, isso trata Deus como uma máquina de venda automática, como se os humanos pudessem obrigá-Lo a fazer algo. Deus sempre cumprirá Suas promessas, mas nenhum homem pode obrigá-Lo a algo e torná-Lo devedor. Todas as recompensas dadas por Deus são um ato de Sua misericórdia. Portanto, mais uma vez, Elifaz está falando erroneamente de Deus, como Deus afirma em Jó 42:7:
Elifaz destaca a bondade de Deus. Seu castigo é severo, inflige dor e feridas em Seu julgamento. Mas Seu propósito é curar. Contudo, o contexto geral das observações de Elifaz sugere que, para alcançar essa cura, Jó precisa se arrepender. Elifaz iniciou esta seção afirmando que a bênção vem por meio da disciplina divina. Mas o benefício da disciplina só chega ao indivíduo se ele alterar seu comportamento. A disciplina repreende a rebeldia, mas só traz benefícios se a rebeldia cessar.
Veremos no próximo capítulo que Jó, de fato, interpreta os comentários de Elifaz dessa maneira e desafia a afirmação de Elifaz de que ele pecou e, portanto, merece as calamidades que lhe sobrevieram (Jó 6:24, 30).
Elifaz passa o resto deste capítulo enumerando uma série de grandes benefícios que Jó obterá se estiver disposto a se arrepender.
Se Jó se arrepender, Elifaz afirma que Deus o livrará do mal. O padrão “seis…sete” é uma expressão comum na literatura sapiencial que significa “repetidamente…completamente”. É verdade que Deus liberta. Contudo, Ele o faz no Seu próprio tempo e à Sua própria maneira. Elifaz insinua aqui que a libertação é automática e ocorre de forma previsível, como se as ações humanas controlassem as de Deus, o que não é verdade.
Elifaz afirma: Na fome Ele te livrará da morte, e na guerra do poder da espada (v. 20).
Essa afirmação está de acordo com a promessa da aliança de Deus com Israel. Se Israel cumprisse sua promessa de obedecer aos mandamentos de Deus, Ele prometeu livrá-los de seus inimigos (Deuteronômio 28:7). Ele também prometeu trazer as chuvas do céu para abençoar suas colheitas (Deuteronômio 28:12).
Podemos observar que, quando Israel desobedeceu a Deus, Ele invocou a cláusula de maldições da aliança, conforme acordado entre todas as partes (Êxodo 19:8, Deuteronômio 28:15-68). Apesar dessa promessa, Israel interpretou que suas bênçãos provinham da adoração a um deus falso, em pelo menos um caso, a “rainha dos céus” (Jeremias 44:18). Assim, muitos séculos após terem acesso aos ensinamentos de Jó, eles ainda mantinham a concepção de que Deus era transacional e que o objetivo era manipulá-Lo ou agradá-Lo para obter um benefício específico desejado.
Podemos também observar que Deus conduziu Israel ao deserto para o seu bem, para que aprendessem que “nem só de pão viverá o homem, mas de tudo o que procede da boca do Senhor” (Deuteronômio 8:3). Isso não se encaixa na formulação simplista de Elifaz, onde Deus sempre age com base em nossas ações.
O SENHOR é um libertador que pode resgatar da beira do abismo (Salmo 34:19). E na grande narrativa das Escrituras, a redenção culmina em Jesus, que redime dos inimigos supremos — o pecado e a morte (1 Coríntios 15:54-57). Mas a libertação muitas vezes assume formas que não escolheríamos, como o sofrimento de Jesus na cruz para vencer o pecado e a morte (Mateus 26:39).
Novamente, as afirmações de certeza de Elifaz (“Se você fizer isso, Deus é obrigado a fazer aquilo”) contradizem sua declaração anterior de que os caminhos de Deus são mais altos que os nossos (Jó 5:9). A promessa mais profunda não é “você nunca será tocado”, mas “Deus será fiel e completará a Sua boa obra”, mesmo quando o caminho passar por aflições (Tiago 1:2-3, 5:11; Romanos 8:28-29).
Elifaz acrescenta proteção contra a violência social: "Você estará protegido do flagelo da língua, e não temerá a violência quando ela vier" (v. 21). Um flagelo é um açoite e a língua é o instrumento da fala. Portanto, o flagelo da língua é a fala que fere. Isso pode ser acusação, calúnia, zombaria ou dano à reputação. As palavras podem destruir uma pessoa, especialmente quando vêm de vozes confiantes que reivindicam autoridade espiritual.
É impressionante que Elifaz fale em proteção contra a língua enquanto ele próprio, na verdade, inicia uma longa série de ataques verbais, insistindo que Jó deve ser culpado e atraiu o castigo sobre si mesmo.
Jó está experimentando a mesma dor que Elifaz descreve, ironicamente pelas mãos de Elifaz, que pensa estar ajudando. Isso mostra que o discurso religioso pode se tornar um flagelo da língua quando oferece explicações e soluções falsas, baseadas em uma perspectiva distorcida. Veremos no próximo capítulo que Jó expressa a dor que essas palavras de Elifaz lhe causam. Jó contesta ainda mais sua premissa, insistindo que não tem nada do que se arrepender (Jó 6:25-30).
No fim, Deus silenciará as conclusões injustas e vindicará a verdade (Jó 42:7-9). Elifaz terá que engolir o próprio orgulho (Jó 42:8). Independentemente do que os homens possam alegar, somente Deus é o juiz de todo o mundo.
Elifaz promete firmeza interior diante da escassez e da ameaça: "Você rirá da violência e da fome, e não terá medo de animais selvagens" (v. 22). A afirmação de Elifaz é que, se Jó se arrepender e for restaurado, Deus o dotará com a fortaleza e a força necessárias para rir da ameaça de violência ou de ser atacado por animais selvagens.
Essa segurança provavelmente se deve à posse de grande riqueza, capaz de adquirir e manter um poderio militar. A capacidade de resistir à fome provavelmente se deve a um grande estoque de provisões. E a capacidade de resistir à ameaça de violência ou de animais selvagens se deve à presença de homens bem armados em número suficiente para repelir qualquer ataque dessa natureza.
A conclusão é que, se Jó se arrependesse, sua grande riqueza lhe seria restaurada. Antes de sua calamidade, ele era o homem mais importante do Oriente, possuindo grandes riquezas (Jó 1:3). É verdade que Deus o dotou de tal riqueza em primeiro lugar (Jó 1:10). E é verdade que Deus desejou abençoar Jó porque ele era justo, e o fará novamente (Jó 42:10).
No entanto, também é verdade que Deus desejou abençoar Jó, permitindo-lhe atravessar o vale da sombra da morte, permitindo-lhe suportar grandes dificuldades para o seu maior benefício (Deuteronômio 8:3). Elifaz descreve uma condição de prosperidade que, segundo ele, acompanhará Jó se este se arrepender: "Pois estarás em aliança com as pedras do campo, e os animais do campo viverão em paz contigo" (v. 23).
Estar em aliança com as pedras do campo significa dizer: "Nem mesmo as adversidades da terra trabalharão mais contra você". Isso pode ser atribuído à sua atividade agrícola tão eficiente que todas as terras estão aradas e férteis. O fato de os animais do campo estarem em paz com Jó pode indicar que ele tem produtividade suficiente em sua agricultura, não havendo necessidade de caçar para complementar o sustento.
A frase — “os animais do campo viverão em paz contigo” — estende a harmonia prometida ao mundo animal que resultará do arrependimento de Jó. É um vislumbre de “shalom”, uma paz ou plenitude onde uma pessoa pode viver sem ameaças constantes. No amplo panorama das Escrituras, esse tipo de paz aponta para a esperança do reino, onde a criação é restaurada à ordem correta sob o governo justo de Deus (Isaías 11:6-9). Devido à grande prosperidade que Jó teria se se arrependesse, segundo Elifaz, ele poderia desfrutar dos animais selvagens em vez de ter que caçá-los.
Elifaz amplia o retrato de prosperidade que está pintando para a casa de Jó: Você saberá que sua tenda está segura, pois você visitará sua morada e não temerá nenhuma perda (v. 24).
Uma tenda representa a morada de Jó, seu lar e sua família. Além disso, se sua fortuna fosse restaurada, sua tenda estaria segura. Ele teria proteção militar e amplos estoques de bens guardados para suportar a fome. Ele visitaria sua casa ou morada e não teria receio de perdas ao ver a ampla segurança em que habitava.
Vale lembrar que, não muito tempo antes, Jó perdeu grande parte de seus bens para saqueadores (Jó 1:15, 17). Elifaz está dizendo: “Se você se arrepender, não precisará se preocupar com isso acontecendo novamente”. Elifaz provavelmente está dizendo que isso se dará não apenas por causa da prosperidade material de Jó, mas também porque Deus o protegerá.
Anteriormente, Elifaz acusou Jó de merecer sua perda, bem como de ter causado a ruína de seus próprios filhos por causa de seu pecado (Jó 4:7, 5:4). Elifaz insiste que Jó não temerá nenhuma perda se viver corretamente. O único problema é que Jó é o homem mais justo da terra, e isso segundo o próprio Deus (Jó 1:8).
Mas, apesar de sua retidão, Jó perdeu tudo. Assim, embora Elifaz esteja falando sobre a verdade da justiça de Deus a longo prazo, ao conectar a bondade de Deus como uma resposta às nossas ações, ele faz com que Deus se torne como um gênio da lâmpada. E isso não está certo, o que provavelmente explica por que Deus ficou tão irritado com Elifaz e seus dois amigos a ponto de mencionar duas vezes, para enfatizar, que eles não falaram verdadeiramente Dele como Jó (Jó 42:7-8).
O livro eventualmente narrará a restauração de Jó. Mas também registrará o recebimento de algo ainda maior: um conhecimento mais profundo de Deus que se transforma em uma experiência de vida mais plena por conhecer a Deus pela fé (Jó 42:5-6, 10, João 17:3).
Elifaz promete prosperidade geracional: "Você saberá também que seus descendentes serão muitos, e sua descendência como a erva da terra" (v. 25). Elifaz já havia insinuado que o pecado de Jó causou a morte de seus filhos (Jó 5:4).
A promessa aqui é que, se Jó se arrepender, Deus restaurará sua família. Como veremos, Deus restaurará, dando a Jó sete filhos e três filhas. No entanto, isso não ocorrerá por causa do arrependimento de Jó, mas sim depois que Jó interceder por Elifaz e seus dois amigos, a fim de impedir que Deus lhes fizesse o que eles o acusavam de ter feito a Jó (Jó 42:8).
É interessante notar que Jó chegou a ver descendentes até a quarta geração, como Elifaz afirmou. Mas isso não ocorreu porque ele obteve prosperidade por meio de realizações, e sim porque perseverou na fé em meio ao sofrimento (Jó 42:16).
Elifaz descreve uma vida plena, vivida em paz: "Você chegará à sepultura com todo o vigor, como o trigo amontoado na sua época" (v. 26). A imagem é a da colheita: o trigo colhido quando está maduro, não colhido antes da hora, não desperdiçado, não estragado. A colheita é feita no tempo certo, não prematuramente. O ponto é que Elifaz afirma que Jó viverá até a velhice, em vez de morrer prematuramente, se se arrepender e viver retamente. Ele não se deteriorará lentamente. Pelo contrário, chegará à velhice com todo o vigor antes de falecer.
Novamente, é isso que acontecerá. Jó viverá mais 140 anos após ser restaurado. Mas, assim como aconteceu com seus filhos, essa prosperidade não será fruto de desempenho, e sim da perseverança fiel em meio às provações (Tiago 5:11).
A aplicação espiritual da história de Jó é apresentada por Paulo. Ele afirma em 2 Coríntios 4:17 que qualquer sofrimento que suportamos nesta vida como testemunhas fiéis é “momentâneo” e “leve aflição” em comparação com a imensa recompensa que Deus dá aos fiéis. Paulo chama essa recompensa de “glória de peso eterno, incomparavelmente maior” (2 Coríntios 4:17). Podemos ver que Jó foi grandemente abençoado, tendo a oportunidade de ver quatro gerações de filhos e desfrutando de grande prosperidade. Mas isso não é nada comparado à bênção futura que Deus reserva para aqueles que o amam (1 Coríntios 2:9).
Elifaz conclui com autoridade confiante: Eis isto; nós o investigamos, e assim é. Ouçam e saibam por vocês mesmos (v. 27).
Elifaz está extremamente confiante em suas conclusões errôneas. Ele está “frequentemente errado, mas nunca em dúvida”. Ele apela à sabedoria coletiva — “nós” estudamos a vida. Ele viu uma verdadeira relação de causa e efeito, que más escolhas geram más consequências e boas escolhas levam a boas consequências. Mas sua extrapolação dessa observação para aplicá-la a Deus essencialmente O reduz a um poder divino que controlamos com nossas ações.
Este livro de Jó começa com uma cena celestial que dissipa qualquer dúvida sobre a veracidade da ideia de que Deus reage de forma previsível às ações humanas. Claramente, Deus tem razões que vão além do conforto humano para as decisões que toma. E, ao mesmo tempo, embora os Seus caminhos sejam mais elevados que os nossos, o bem que Ele pretende alcançar supera em muito o conforto que preferimos.
Às vezes, a experiência é uma mestra fiel. Mas Jó mostra que a experiência também pode nos levar a construir uma “caixa” na qual tentamos encaixar Deus. A certeza de Elifaz torna-se um problema quando não deixa espaço para os propósitos ocultos de Deus, para o sofrimento justo e para uma dimensão cósmica além do que investigamos. Deus é o criador e sustentador de tudo o que existe e jamais caberá em qualquer “caixa” da compreensão humana (Colossenses 1:16-17).
Somos convidados a aprender um tipo melhor de conhecimento: não a arrogância de "nós resolvemos o problema", mas a humildade de "Deus é insondável, e os seus caminhos são mais altos" (Romanos 11:33-36). A tensão de reconhecermos nossas limitações nos leva à fé.
Quando Jó finalmente chega ao fim de sua provação, ele não diz: “Agora entendo todos os mecanismos”. Em vez disso, ele diz: “Eu te conhecia só de ouvir falar, mas agora os meus olhos te viram. Por isso, me arrependo e me humilho no pó e na cinza” (Jó 42:5-6). Nosso objetivo não é dominar a Deus com explicações, mas conhecê-lo pela fé.
Jesus disse que a maior experiência da vida (“vida eterna”) vem através do conhecimento de Deus, e é por meio do conhecimento dEle que Ele orou para que O conhecêssemos (João 17:3). Esta vida é a nossa única oportunidade de conhecer pela fé. Jó nos mostra a imensa oportunidade que temos. Essa compreensão deve nos levar a fazer todo o possível para aproveitar ao máximo os poucos momentos fugazes que temos enquanto a vida nesta terra dura (Tiago 4:14), reconhecendo que é somente nesta breve vida que teremos a oportunidade de conhecer pela fé.
Para o crente do Novo Testamento, a fé começa crendo que Jesus morreu pelos nossos pecados (João 3:14-15). As Escrituras revelam Jesus como aquele que se compadece das fraquezas (Hebreus 4:15-16) e como o único mediador entre Deus e os homens (1 Timóteo 2:5). O conselho de Elifaz de governar Deus por meio do conhecimento será frustrado. Mas em Cristo, os crentes do Novo Testamento têm a esperança plena de se aproximarem dele em busca de ajuda no momento da necessidade (Hebreus 4:16).
Usado com permissão de TheBibleSays.com.
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