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The Blue Letter Bible
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Salmo 81:6-10 Explicação

Quando o salmista proclama: Livrei o seu ombro do peso, do cesto foram retiradas as suas mãos (v. 6), ele retrata a libertação do povo de Deus das suas dificuldades. O Salmo 81:6-10 lembra ao leitor que o Senhor vê os fardos que carregamos e intervém para nos libertar da opressão. Nos tempos antigos, carregar fardos ou ser escravizado em trabalhos forçados era especialmente extenuante, o que ressalta o quão milagroso era experimentar o alívio direto da mão de Deus.

A imagem de um ombro sobrecarregado e mãos presas a um cesto oferece uma representação vívida de uma rotina exaustiva que se transforma em alívio repentino. Os fiéis podem se consolar com a certeza de que Deus oferece alívio de maneiras práticas, muitas vezes respondendo a clamores fiéis por ajuda, assim como fez por seu povo há muito tempo. Há conforto na consciência de Deus sobre nossos fardos, demonstrando que sua libertação não se restringiu a uma era passada, mas revela um atributo atemporal de seu cuidado.

Além da opressão física, essas palavras também podem simbolizar o poder de Deus para aliviar os fardos espirituais daqueles que confiam nele. Essa promessa ressoa com a mensagem do Novo Testamento de que Jesus oferece libertação do peso do pecado (João 8:36), estendendo a obra libertadora de Deus para além de um contexto antigo, alcançando o coração de todos os que o buscam.

Na angústia, clamaste, e te livrei; respondi-te no lugar secreto do trovão; provei-te junto às águas de Meribá (Selá) (v. 7) narra eventos históricos significativos em que os israelitas clamaram ao Senhor e foram libertados. As águas de Meribá são uma referência ao local onde Israel discutiu com Moisés sobre a água no deserto (Êxodo 17:1-7). A resposta de Deus ali foi instrutiva e milagrosa.

Neste versículo, o resgate de Deus vai além de uma mera demonstração dramática após um pedido de ajuda. Em vez disso, torna-se uma oportunidade para revelar o Seu caráter, ensinando o Seu povo a confiar na Sua provisão. A expressão no lugar secreto do trovão é uma forma poética de expressar a presença avassaladora do Senhor, lembrando como Deus frequentemente Se revela através de fenômenos ligados ao Seu poder sobre a criação.

O teste que Deus deu ao Seu povo em Meribá foi um chamado à confiança. Quando enfrentaram dificuldades, tiveram a oportunidade de se apoiar em Deus e testemunhar a Sua fidelidade. Este princípio orientador estende-se a um tema recorrente nas Escrituras: o Senhor usa situações difíceis para provar o Seu povo, refinar a fé e aproximá-lo Dele com a promessa de libertação.

Quando a passagem continua com Ouve, povo meu, e eu te exortarei. Ó Israel, se me escutasses! (v. 8), revela o desejo de Deus por correção. Ouvir é mais do que apenas reconhecer palavras — Deus ansiava que seu povo internalizasse seus ensinamentos e obedecesse. Receber uma advertência aqui funciona como um ato protetor de cuidado, onde a voz divina suplica pela atenção daqueles que Ele resgatou.

Israel é tratado pelo nome, uma referência clara à nação escolhida por Deus, abrangendo a história desde seu ancestral Jacó (2000-1850 a.C.) até sua formação como povo. Esse diálogo direto com o Senhor ressalta uma relação pessoal. Longe de ser uma divindade distante ou indiferente, Deus lhes fala a verdade como um Pai amoroso falaria a seus filhos.

Este versículo lembra aos crentes a importância de agir de acordo com a palavra de Deus. Jesus também enfatizou que aqueles que ouvem a Sua palavra e a praticam lançam um alicerce sólido para as suas vidas (Mateus 7:24). A verdadeira obediência fortalece a conexão com Deus, permitindo que o Seu povo permaneça sob os Seus cuidados e experimente a segurança da Sua orientação.

Não haverá em ti deus estranho, nem adorarás a deuses estrangeiros (v. 9) enfatiza a exigência do Senhor por exclusividade. Essa exigência, fundamentada no primeiro dos Dez Mandamentos (Êxodo 20:3), implica que Israel não deveria dividir sua devoção ou fé entre diferentes divindades. Na era bíblica, as nações vizinhas frequentemente adoravam vários deuses, mas o povo de Deus deveria manter o foco singular no único Deus verdadeiro.

Um deus estranho ou um deus estrangeiro refere-se a qualquer objeto de adoração que tente substituir ou rivalizar com a posição legítima do Senhor. A idolatria, seja antiga ou moderna, introduz lealdades concorrentes. Não se trata simplesmente de trocar símbolos religiosos, mas sim de um coração que abandona o amor da aliança de Deus. Qualquer coisa que se sobreponha à nossa devoção — posses, ambições, relacionamentos — é efetivamente colocada no trono de nossas vidas, tornando-se um deus estranho.

O chamado apaixonado de Deus para rejeitar outros deuses é um convite a viver em pureza. Ao abandonar os ídolos, os crentes permanecem alinhados com as bênçãos e os propósitos do Senhor, refletindo um tema constante de fidelidade encontrado em toda a Escritura. Este versículo desafia cada geração a se guardar contra as tentações sutis que podem desbancar Deus do lugar que lhe cabe em nossos corações.

Eu sou Jeová, teu Deus, que te tirei da terra do Egito. Abre bem a tua boca, e ta encherei (v. 10) reafirma a identidade de Deus e o momento crucial na história de Israel. O Egito serviu de palco para a escravidão de Israel antes do seu êxodo sob a liderança de Moisés, por volta de 1446 a.C. Ao relembrar ao seu povo o resgate do poder do Faraó, o Senhor sublinha por que só Ele é digno da sua devoção.

O argumento de Deus para a adoração exclusiva é pessoal e histórico: Ele é quem quebrou as correntes e os conduziu à liberdade. Como o Redentor que provou Seu poder sobre o maior império da época, Ele é plenamente capaz de suprir todas as necessidades. A expressão abre bem a tua boca apresenta uma imagem convincente de um pássaro jovem aguardando ansiosamente por alimento — um convite para que as pessoas se aproximem de Deus com confiança e expectativa.

A promessa de que Ele suprirá essa necessidade garante provisão abundante, tanto física quanto espiritual. Desde a libertação de Deus na narrativa do Êxodo até o Seu cuidado contínuo através de cada geração, o Senhor permanece a fonte suprema de sustento. Para os cristãos de hoje, isso se reflete em como Cristo se oferece como o pão da vida, saciando toda fome espiritual genuína (João 6:35).

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